self love club

Desconheço dica melhor do que: se ame profundamente.
Afinal, você é a primeira pessoa do mundo que merece o seu amor incondicional.

Mas nem sempre agimos assim. São duras críticas ao nosso corpo, aos nossos hábitos, aos nossos sonhos e até com as nossas loucuras. Somos os primeiros a apontar o dedo podre para nós mesmos. Sempre. Pode reparar.

Somos sabotadores das nossas próprias ideias, o que consequentemente nos torna sabotadores da nossa própria vida.

Existe um termo denominado de “self love” que nada mais é do que amor próprio. Devíamos acordar e dormir transbordando isso, mas não. A realidade é outra.

O que muitas vezes aprendemos é que pessoas que se acham linda ou gostosa são convencidas. Pessoas que se valorizam no trabalho são metidas e por aí vai. O certo é se odiar. O que nos torna pessoas amargas e infelizes.

O que a gente vê em fotos na internet nem sempre são realidades, né? Existem filtros, correções, blogueiras ricas e pessoas muito maquiadas. Isso às vezes traz um certo constrangimento para as outras pessoas. Porque se não formos assim, então tá tudo errado.

No entanto, da mesma forma como a internet hoje (assim como a TV e revistas de moda) impõe um corpo perfeito, a rotina perfeita e a vida perfeita, ela também traz exemplos REAIS de positividade. Tem surgido com força uma corrente bem legal sobre amor próprio. Na internet, documentários, músicas.

Eu estou adorando e aprendendo MUITO.

Assisti recentemente na Netflix o documentário Embrace que tem um recado incrível sobre amor próprio e fala bastante sobre #BodyPositivity. Releia o post aqui.

Procuro ler muito sobre isso. E atrasada essa semana achei o instagram da Mirian Bottan (@mbottan). Ela se descreve como “uma mina dando um pau na bulimia”. Mirian ainda coordena um grupo no Facebook chamado “Precisamos falar sobre isso”.

Aos 13 anos, ela conta que engordou um pouquinho e encanou que queria emagrecer de qualquer jeito. “Li em uma revista a história de um garoto que tinha quase morrido de tanto vomitar depois de comer. Eu estava tão vidrada na ideia de emagrecer que não me importou o fato de ele ter quase morrido, apenas que ele tinha emagrecido”. Foi quando a bulimia começou a fazer parte da vida de Mirian.

No instagram dela, há muitas fotos atuais e antigas. Além de ilustrarem a mensagem dela, as fotos também acabam, de acordo com ela, virando uma ferramenta de libertação de um dos piores medos que tinha na vida (e que muita gente tem): o julgamento alheio. “Quando a gente perde o medo, fica mais leve viver. A gente fica livre para tentar mais coisas, o que aumenta as nossas chances de ser feliz nessa vida”, reflete.

Ninguém muda do dia pra noite. São processos que vamos automatizando. Muitas vezes, as pessoas veem fotos no perfil da internet e pensam: “nossa, essa aí se acha. Que confiança, que isso, que aquilo.” Mas fotos não retratam nada.

Eu mesma sou uma pessoa altamente insegura e crítica comigo mesma. Na maioria das vezes acho que saí feia em todas as fotos, me culpava por não estar tão magra quanto naquela época, por não ter a mesma disciplina, etc.

Mas a verdade é que ser feliz não está em se cobrar. Está em se amar profundamente e entender seus defeitos, respeitar seu corpo. Pare de ser seu maior medo! 

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