positive vibe

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Hoje resolvi criar uma seção nova no blog: vai ser uma coluna minha! Mais espaço para MIM!
Volta e meia escrevo uns textos que gosto de compartilhar e aqui é o melhor espaço para isso.

Cansei. Acordei hoje pronta para uma mudança na alma. Pelo menos gostaria que fosse fácil assim. Mas não gostaria de começar já fazendo algo que quero mudar: de forma pessimista. Vamos de novo.

Quero vencer vícios. Vícios são coisas que nos fazem mal. E não tô falando de beber refrigerante e comer chocolate, porque desses já desisti de abrir mão. Estou falando de vícios comportamentais, que fazem mal à alma. Vícios que vão nos dominando e nos abatendo diariamente, sem que percebamos.

Vou falar em primeira pessoa, mas sei que algumas pessoas vão se identificar. Esses não são só vícios meus e sim coisas comuns que quase toda pessoa faz sem perceber. São armadilhas da vida – talvez armadilha seja uma palavra forte demais, mas dane-se – e acredito que uma vez que conseguimos aprender a nos desprender desses chamados vícios, conseguimos evoluir e viver bem mais feliz. São os pequenos tumores que nos matam dia a dia. Ok, tô sendo dramática, né? Mas não deixa de ser verdade.

Tô falando de vícios do tipo gostar sempre do cara errado, manter amizades tóxicas, acordar de mau humor, não conservar boas amizades, se preocupar mais com a dieta do que sair para beber com os amigos, trabalhar tanto e esquecer de viver, comprar mais do que deve e precisa, deixar de aproveitar uma tarde de sol de inverno, etc. Enfim, todas as coisas que eu faço e sei que não deveria fazer.

Quero mais do cara que me leva para jantar e me faz rir com besteira. Menos do cara babaca que não liga depois. Quero mais do cara que topa sair dois dias seguidos. Menos do cara que tá sempre ocupado demais no trabalho. Quero mais do cara que me traz leveza. Menos do cara que só me traz preocupação e aquele sentimento de coração apertado. Quero mais caças ao tesouro do amor, menos joguinho do azar. Quero mais tranqüilidade, menos enrolação.

Isso não se resume aos homens e sim aos relacionamentos. Quero relacionamentos mais transparentes e sinceros. Acho que o principal dessa minha mudança é aprender a equilibrar a famosa frase: Do what you love everyday com as obrigações e responsabilidades da vida. E medir as ansiedades naturais neste processo.

Não falei que seria uma mudança fácil, vai! Mas não custa tentar. A primeira mudança é certamente a de pensamento. Só o fato de reconhecer vícios e estar disposta a tentar é o primeiro passo. Acho que preciso ser mais desprendida mesmo.

Se o cara não ligou, problema é dele.
Se o emprego não vingou, é porque algo melhor vai aparecer.
Se a roupa não ficou boa, era para deixar na loja mesmo.

Enfim, acho que a maior lição disso tudo é: se algo não aconteceu como queríamos, é porque algo melhor está reservado.
Acho que se eu conseguir pensar assim, serei bem mais feliz 🙂

 

 

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