modo de preparo: banho maria

Entra ano, sai ano e eu continuo morta de preguiça de gente que não trepa e nem sai de cima!
Pensando bem, essa frase não faz muito sentido, porque trepar e ficar em cima são possivelmente sinônimos, mas dentro do contexto que sempre usamos essa expressão, vamos lá.

Sabe aquele tipinho de bofe que adora te cozinhar em banho maria?
Não quer necessariamente trepar, mas também não te larga!

Pois é.

Sinceramente se banho maria na cozinha já é um tédio, imagina nas relações?
Lembro que nas minhas épocas de mestre cuca, se eu lia uma receita que tinha banho maria, já desistia. É trabalhoso demais!

De acordo com o Google, o banho maria é um método que consiste em aquecer uma tigela ou até mesmo uma panela dentro de outra panela maior, que esteja com água.  Essa forma de cozimento utiliza o calor indireto. Feito no caso de alimentos que não podem entrar em ebulição. Tipo para derreter chocolate.

Só de ler a descrição, você já quis tirar um cochilo. Aí você me diz se não é um saco essa espera. Você tá louca para ver a calda pronta (ou sei lá que diabos você tá preparando no fogão!) e tem que ficar lá, um século, mexendo o negócio lentamente na panela. E olhando… não pode largar lá e fazer outra coisa não. Na cozinha, toda atenção é pouca!

Metáforas à parte, vamos aos exemplos práticos da solteirice.
Você saiu com um cara, adorou. Sexo incrível, aquela sintonia. Depois disso, o carinha manda mensagens o dia inteiro. Parece ter gostado também, mas chama para sair?
Não chama, BRASIL!

Juro que tento mentalizar: tenho que ter mais paciência com meus rolinhos amorosos. Afinal, algumas pessoas têm ritmos mais lentos mesmo.
Mas poxa, até pra transar hoje em dia é preciso paciência em dobro?

A verdade é que quando o assunto é relacionamento, eu não consigo lidar com gente lerda.
Já falei disso aqui tantas vezes e posso sim estar repetindo o disco, mas o assunto é recorrente na solteirice. Não tem jeito!

Sou intensa mesmo. Ligada no 220volts. Quando eu quero, eu quero.
E não tem nada pior do que transar com alguém e ser massa e aí ficar naquela “punhetagem” (não literalmente!) para sair de novo.

Nem sempre queremos um relacionamento duradouro. Às vezes só algumas saidinhas.
Minha irmã que sempre me fala: gostou? Chama para sair e testar a reação dele.

Faço isso sempre. Não me incomodo de quem chama quem para sair.
A partir daí, podem surgir outras oportunidades, mas ninguém gosta de sentir que está sendo pentelha. Insistir até um certo ponto é legal, depois cansa.

Se o boy não consegue decidir o que quer da vida, não sou eu que vou soletrar, né?
Nessas horas é melhor sair fora ou colocar na cabeça que não dá para ter expectativas quanto ao repeteco.

#desapega

 

 

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