lovemojitos entrevista…

Alberto Sasaki, CEO e cofundador da empresa Best Berry Brasil. 

Eu estou completamente apaixonada pelos produtos da marca. Contei aqui no blog quando fui convidada para provar os snacks saudáveis da Best Berry. Relembre.
E gente, não é merchan não. É só porque é simplesmente maravilhoso. Vocês sabem que eu sou falo aqui de produtos que gosto e conheço. Mesmo encantada já, a entrevista com Alberto me deixou ainda mais.

Eles têm realmente uma visão diferenciada de mercado e produtos de alto nível. Vale a pena conhecer!

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A minha maior curiosidade ao falar com o Alberto era que ele me explicasse como tinha surgido essa ideia da marca. “A ideia surgiu da minha esposa. Ela era maratonista e estava treinando para maratona da Muralha da China. Ela reclamava que tinha dificuldade de encontrar coisas saudáveis gostosas e saborosas”, contou.

E eu me identifico muito com essa afirmação. Sempre me considerei super preconceituosa com esses snacks sem glúten, lactose, açúcar de coco. Na maioria das vezes quando quero comer lanchinho fora da dieta, prefiro os com “refinados”. No entanto, nesse aspecto a Best Berry é top. Os lanches são simplesmente divinos e juro, nem me senti fazendo dieta.

Inicialmente, a mulher de Alberto abriu uma empresa de barra de cereal caseira. Era no mesmo esquema de clube de assistantes em que as pessoas pedem e recebem o produto em casa. Os clientes, no entanto, pediam variedade de produtos. Depois que o filho do casal nasceu, Alberto passou a tocar mais a empresa. Juntos, eles perceberam uma oportunidade grande no mercado das chamadas interrefeições – como snacks, smoothies, iogurtes, etc.

Segundo Alberto, esse mercado é bem grande, mas pouco explorado no Brasil. “Há poucas empresas consolidas aqui, mas há uma demanda reprimida por produtos assim”, concluiu o CEO da Best Berry. Foi aí que Alberto decidiu migrar para a Best Berry. Mudou o modelo de negócio, ampliou os produtos, criou nova marca e assim começou a construir o sucesso que é hoje a Best Berry.

Um dos diferenciais da marca são os fornecedores artesanais. Eles têm uma gama de produtores que só usam alimentos orgânicos, como Açúcar de coco, óleo de coco, produtos sem lactose e glúten. Hoje são 28 snacks diferentes (e absurdamente gostosos. Até comentei com o Alberto que fiquei impressionada com a qualidade e o sabor dos produtos). “A nossa ideia era quebrar o paradigma de que alimentação saudável é sem graça. Ou é só de barrinha de cereal e mix de castanhas”, pontuou Sasaki.

Na opinião do CEO, outra grande qualidade da Best Berry é que eles acompanham todo o processo de criação do snack – desde escolha dos sabores até o ecommerce on-line e a chegada na casa do cliente. “Temos um posicionamento bem diferente. Somos responsáveis por toda a experiência de compra. Assim conseguimos ousar muito mais”, comemorou Alberto Sasaki, da Best Berry.

Ele explica que eles se posicionam de forma muito parecida com a indústria da moda. Eles lançam coleções de inverno, verão, outuno e primavera. Com produtos pensados para cada estação. Aí muda a identidade visual, muda o rótulo, muda o site, a caixa. Tudinho. “Nossa visão de produto é transformar o snack no próximo acessório da mulher. Objeto de desejo. Como uma bolsa ou sapato, mas neste caso sendo a escolha do lanche Best Berry”, disse. “É uma tendência. O consumidor busca marcas com mais personalidade, que se encaixem mais em seu estilo de vida.”

A Best Berry se inspira muito no modelo de negócio da cadeia de alimentos saudáveis nos EUA, a Whole Foods. Lá eles dão incentivo financeiro para os fornecedores locais. No Brasil, Sasaki acha que um desafio das marcas menores ainda é vencer os grandes fornecedores, por exemplo.

Segundo ele, hoje é muito difícil para uma marca pequena vender numa cadeia de supermercados. Até por isso, o modelo de ecommerce deles funciona tão bem. Os dados de compra da Best Berry indicam concentração nos mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Entre os snacks favoritos das pessoas estão: Mel deus, honey combo, salgados como o my little italy (3 queijos). “O gosto é variado, mas sabemos que nossos produtos de entrada, que são esses, quando a pessoa ainda ta descobrindo a marca e os sabores, são os preferidos”, contou Sasaki.

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