#euacredito

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Uma das expressões que mais gosto na vida é: “fool for love”. Já virou música, filme, já usei aqui no blog e já virou também enredo para todas as histórias de amor.
Acredito cegamente no amor. Independente das rasteiras que ele nos dá. E acho que por ele vale tudo. Até que ele nos prove o contrário, eu sigo acreditando.
Na verdade, sou uma dessas pessoas bizarramente otimistas. Sempre vou acreditar nos outros até que me provem o contrário. Não me interessa o que acham de tal pessoa ou de tal história, eu sempre terei a minha versão otimista. Tem gente que merece e tem gente que depois prova que não merece. A vida é assim. 

Sabe quando você escuta aquelas histórias de amor difíceis de acreditar? As lendas urbanas.
Alguém conta para alguém que conta para alguém que te conta. A história é sempre meio mirabolante: o namorado da irmã da amiga era mulherengo e solteirão convicto, mas conheceu uma menina, se apaixonou de primeira e casaram.

É o telefone sem fio do otimismo. 
Essas histórias funcionam como selo de garantia do amor. Pensamos: se o amor é capaz de tudo, inclusive mudar o improvável, como não acreditar?

 

Essas histórias nunca têm um problema. As coisas acontecem naturalmente, ninguém é ansioso, não há rotina, contas para pagar. Só amor, amor e amor. Mas ninguém vive só de amor, né? Todos os relacionamentos sempre terão problemas. A diferença é como cada um lida com eles.
Sou aquela pessoa que me contam uma história e eu falo: vai, se joga, investe. Dificilmente eu vou dizer para uma pessoa não seguir o coração. Pra mim ele é a razão de todas as razões. Ou seja, muitas vezes quebrei a cara por ser assim, mas eu não me importo. Não deixei de viver nada por medo.
Sempre acreditarei em segundas chances e recomeços.
Eu não quero ser cética com relação ao amor. Já tem gente descrente demais. A vida fica mais difícil assim.
Mas confesso que algumas vezes eu também já desacreditei. É cada história que ouvimos, cada história errada que vivemos, cada cara que parece o príncipe encantado até a página 2, é cada encontro que não evolui pós sexo. Por vezes, até eu, a mais otimista das otimistas, já virei pessimista.
Eu achei que 2015 tinha sido o ano da crise. Financeira, política e amorosa. Só vi términos e histórias desencontradas de amor. Realmente, achei que até o “cupido” tinha desistido. Talvez ele tenha entrado em crise porque estava sem credibilidade na praça.
Então, por um segundo eu deixei de ser a chefe da torcida organizada do amor. Desacreditei. Fiz aquilo que nós mulheres com raiva fazemos: culpei as histórias de contos de fadas das princesas da Disney, os filmes de Hollywood e generalizei todos os homens.
Aí parei para pensar: eu não quero ser essa pessoa.
Percebi que por mais dolorosas que sejam as rasteiras, ainda assim vou continuar defendendo o amor, até que ele me prove o contrário (de novo!).

Podem me chamar de otária.
O amor faz de mim uma idiota boba, porque acredito nele de olhos fechados!

Quer saber? Foda-se. Até a pior desilusão amorosa tem cura. O tempo.
E história nenhuma no mundo vai me fazer desistir de acreditar no sentimento mais poderoso que existe. E o mais bonito também!

Talvez você esteja esperando por um amor utópico.
 E com isso, pode se frustar. Não existe princípe encantado, mas existe gente apaixonada, esforçada, carinhosa, presente, cuidadosa.
E o amor nem sempre vem em amor de romance. Talvez você esteja fechando os olhos para os outros sinais que o amor dá. Ele está em tudo e vem em forma de amigos carinhosos e solidários, vem em forma de sangrias e drinks, vem em forma de beleza natural e natureza, vem em forma de felinos. Mas ele vem. O amor não falha, não. Ele, às vezes, tarda. Mas não falhará.Acredite, é só uma maré ruim!

Então, eu digo pra você que tá aí desacreditada, rindo desse meu texto ou simplesmente inchada de tanto chorar, pode sacudir a poeira. As coisas acontecem quando acreditamos.
Vem comigo! Eu sou apaixonada pelo amor.
É contagiante o/

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