corrida diferente

E aí, pessoal? Animados pro fim de semana?

Hoje eu queria falar de uma prática muito curiosa: deep running.

Essa modalidade é uma ótima opção para manter o condicionamento e simular, dentro da água, a corrida no asfalto. Só que tem uma vantagem maravilhosa: não há impacto. E além disso, como a água oferece resistência, é um excelente exercício aeróbico.

Pelo que eu pesquisei, deep running (não com esse nome) surgiu há uns 30 anos nos Estados Unidos para reabilitar soldados feridos e hoje é usada por muitos atletas para superar lesões como para melhorar o desempenho.

Para vocês terem uma ideia, toda vez que se dá um passo na corrida em terra firme, as articulações aguentam duas a três vezes o peso corporal. Já a corrida aquática elimina esse impacto. Dizem que é bom que os corredores façam ambos os treinos, no asfalto e na água.

Olha o que achei numa matéria da internet: “A água oferece resistência 12 vezes maior que o ar e isso ajuda a fortalecer todos os principais músculos de corrida, turbinando o número de passadas por minuto em terra firme. Se a ideia é manter a forma ou perder alguns quilinhos, correr na água é uma ótima ferramenta. O gasto calórico do deep running é de aproximadamente 420 calorias numa aula de 45 minutos.

Eu confesso que nunca testei. Achei a ideia meio trabalhosa. Vi, inclusive, alguns treinos que as pessoas usavam pesos.

Imagina? Alguém aqui já testou? 

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