a volta dos que não foram

E aí, gente?
Estamos de toppings novos, mas os assuntos são antigos.

JURO que voltei com tudo para os treinos, respeitando a planilha, os treinos regulares e a dieta. Mas ainda não consegui parar para gravar e editar vídeos.
Eu sei, eu sei. Não foi o que eu prometi, né? Ando correndo muito no trabalho e mil projetos por fora. Aí já viu, né?

Então, hoje, decidi fazer uma retrospectiva da corrida em 2016 para mim.
Foi um ano de MUITOS desafios.

Comecei 2015 pesando 60 kgs. E trocando de treinador.
Estava correndo MUITO mal nessa época. Tinha perdido totalmente meu ritmo.

Fui perdendo peso, ganhando confiança no treinador e fortalecendo o corpo. As corridas foram ficando melhores. Não passava muito de 5km.
Eu já treino regularmente há quase 3 anos. Nunca deixei de treinar, mas tive fases em que meu rendimento estava uma bosta.

Em questão de meses, estava treinando muito mais e correndo bem melhor.
Aí comecei a ousar. As corridas passaram a ser no final do dia. 3x por semana sempre.

Um belo dia, numa segunda despretensiosa que lembro com carinho, corri 15km.
Aí não parei mais: eram sempre treinos longos. 12km, 10km, 11km, 15km, até que fiz 17km. E um dia consegui fazer 21 km. Foi no final de agosto do ano passado.

Inexplicável a sensação de completar uma meia maratona num TREINO.
A partir daí, surgiu o sonho de correr uma maratona.

Só que aí, meu treinador da época tinha ido embora, eu não estava mais tão regrada na dieta, comecei a treinar MUITO na esteira da academia e o rendimento voltou a piorar.
Gente, a corrida para mim é essa: tenho altos e baixos. Sempre que meu corpo acostuma com um tipo de estímulo e treino, ele para de evoluir.

Fiquei alguns meses nesse esquema de treinar na academia e de treinar muito. Fazia atividade física TODOS os dias. Era spinning, musculação, futebol, corrida.
Perdi muita massa magra.

Mas nem tudo está perdido: troquei de nutricionista e treinador. Entrei numa assessoria de corrida.
E estipulei que correria SIM uma maratona em 2017.

Agora, tô treinando para isso.
Recomeçando de novo.

Voltei agora de férias. Natal. Ano Novo.
Sim, TUDO isso atrapalha demais o rendimento. Mas vou seguindo. Tentando manter a calma.

Porque se tem UMA coisa (das mil coisas) que aprendi com a corrida é que recomeçar é sempre necessário.
Recomeçar não é vergonha nenhuma. Afinal, todo sucesso é feito de frustrações. As vitórias fazem parte, claro, mas são nos erros que nos fortalecemos.

A minha maior lição disso tudo é: CORRA! Por esporte, por prazer, por estilo de vida, por diversão, só coloque o tênis e corra.
Não há sensação no mundo melhor do que terminar uma corrida pingando.

 

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