a importância da fisioterapia pélvica

Bom dia!

O post de hoje é (especialmente) para as grávidas. O tema é: fisioterapia urogineâologica ou pélvica.
Estou com quase 30 semanas de gravidez e desde a 17 semana venho fazendo acompanhamento fisioterápico. Fui a pedido do meu médico que indicou a FisioPelve, em Brasília, que atende pelo plano de saúde.

Na gravidez, já temos muitos gastos. Além dos gastos óbvios com o bebê, tem exercício especifico, massagem, roupas para gestante, chá de fraldas, ensaio, etc.. Um mundo completamente novo. Por isso, quando algo é pelo plano, escutamos um aleluia! Haha.

Ao longo da gestação, o útero cresce mais de 20 vezes em relação ao seu tamanho normal, pressionando os diversos órgãos que estão ao seu redor. É para aguentar essa avalanche de transformações no corpo da mulher que exercícios de respiração, relaxamento e fortalecimento dos músculos são indicados para as grávidas.

Uma dessas atividades é a fisioterapia pélvica, feita para fortalecer os músculos do períneo. Ela pode ser feita a partir do terceiro mês de gestação – após liberação do obstetra – e também após o parto. As sessões duram entre 40 minutos e uma hora, e podem ser feitas de uma a duas vezes na semana.

Nessa especialidade é trabalhado o fortalecimento do assoalho pélvico, bastante enfraquecido em virtude da maior pressão oferecida pelo bebê e os anexos embrionários. O método consiste em trabalhar o conjunto de músculos que sustenta os órgãos pélvicos, como o útero, a bexiga e o intestino reto. E não é difícil reconhecer qual músculo deve ser trabalhado: é aquele que se usa para segurar a urina.

Os exercícios fisioterapêuticos são simples, mas devem contar com uma orientação especializada. Os fisioterapeutas também lançam mão da eletroterapia, a qual estimula o músculo a ser trabalhado e o contrai, facilitando a percepção da mulher de entender qual musculatura deve ser trabalhada. Por se tratar de músculos, é necessário fazer os exercícios de fisioterapia em casa caso contrário o músculo perde a força, como em qualquer trabalho de musculação.

Para a mulher que escolhe fazer parto normal, os exercícios são essenciais na hora do parto para a fase de expulsão do bebê, pois ganhamos maior controle da região. Para a mulher que pretende ter um parto cesário, a fisioterapia pélvica é feita como profilaxia para auxiliar na melhor recuperação. Entre as sequelas do parto que a fisioterapia minimiza estão a formação de cicatrizes, a separação dos músculos retos abdominais – conhecido como diástase -, a incontinência urinária e o retorno da função sexual sem dor, nos casos de parto vaginal.

No pós-parto a abordagem é diferente e aparelhos como eletroestimulação, biofeedback e pesos e cones vaginais são usados para fortalecer os 13 músculos que compõem o períneo.

Para quem ainda não assistiu, essa semana falei de parto no Rolê de Mãe: http://lovemojitos.com/role-de-mae-episodio-9-vamos-falar-de-parto/

 

 

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